8 curiosidades sobre Bitcoin que você não conhecia 1
8 curiosidades sobre Bitcoin que você não conhecia 1

8 curiosidades sobre Bitcoin que você não conhecia

As criptomoedas têm cada vez mais destaque na mídia em todo o mundo, com grandes expectativas, mesmo em tempos de revés no mercado. As diversas curiosidades sobre bitcoin chamam a atenção de investidores e especuladores de todo o mundo para investimentos de carry trade ou day trade.

Apesar da curta história recente desses ativos digitais, existem curiosidades suficientes a serem consideradas, desde a própria operacionalização da criptomoeda até os bens e serviços que ela conseguiu comprar. Continue lendo para saber as 8 curiosidades sobre bitcoin!

1. Bitcoin, a criptomoeda sem dono

Essa curiosidade é bastante interessante, mas talvez a mais conhecida delas. O criador do bitcoin se chama Satoshi Nakamoto. No entanto, esse cidadão não é uma pessoa em si, mas um pseudônimo. Não se sabe quem são seus criadores, nem mesmo o número de pessoas que desenvolveram a criptomoeda mais conhecida do mundo.

As teorias da conspiração, no entanto, dizem que a empresa poderia ter sido criada pela união da Samsung, Toshiba, Nakamichi e Motorola (SaToshi NakaMoto).

2. Primeiras mercadorias adquiridas com bitcoins

Talvez o leitor se lembre das notícias, pois essa é uma das curiosidades sobre bitcoin mais especiais dessa lista. Como as criptomoedas se apresentaram como uma novidade, elas não foram aceitas em nenhum lugar como forma de pagamento. A primeira troca de criptomoeda por uma mercadoria, portanto, precisava ser realizada por um trader confiante de seu poder de compra.

Isso foi feito em maio de 2010, quando duas pizzas foram compradas por nada menos que 10.000 bitcoins (isso mesmo, dez mil). Com o bitcoin valendo atualmente mais de US$ 5.000, cada pizza saiu por nada menos que US$ 25.000.000,00. Que pizza!

A data ficou tão famosa que se comemora em 22 de maio a data da primeira compra com criptomoedas.

Alguns outros produtos podem ser comprados com bitcoins. A Lamborghini foi a primeira empresa que vende carros a aceitar pagamentos com bitcoin, enquanto a Dell e a Microsoft também fizeram transações na moeda.

Em alguns lugares nos EUA, é possível alugar limusines, enquanto na Alemanha, no bairro de Kreuzberg, Berlim, as empresas locais aceitam criptomoeda como meio de pagamento. No final de 2013, foi colocada à venda em Nova York a primeira casa que podia ser paga por um valor em dólares, ou o equivalente em bitcoins.

3. Bitcoin não é a primeira criptomoeda criada

Sim, por incrível que pareça, é verdade. Bitcoin é a primeira criptomoeda que se tornou famosa. No entanto, não foi a primeira.

A primeira, o DigiCash, foi criada por David Chaum e o primeiro pagamento eletrônico foi enviado em 1994. O cientista da computação publicou um artigo em 1982, colocando uma alternativa às transações eletrônicas. A moeda já usava conceitos como assinaturas cegas e criptografia de chave pública para permitir o anonimato das transações. A empresa, no entanto, foi fechada no final dos anos 1990, pois era difícil conseguir que os traders aceitassem a moeda.

4. Custo das transações: um diferencial

As transferências de criptomoeda podem ter a vantagem de economizar custos e a facilidade de não ter restrições de tempo. No entanto, no caso do bitcoin, há um certo custo de energia, que não é pago pelo consumidor: uma transação de bitcoin consome quase 4000 vezes a energia de uma transação com cartão de crédito.

5. Número de moedas é limitado

O valor da criptomoeda é determinado pela oferta e demanda do mercado por elas. Sua oferta é limitada, com uma quantidade cada vez menor que pode ser minerada.

6. 21 milhões: essa será a quantidade máxima de bitcoins existentes.

A quantidade que pode ser minerada diminui tanto ao longo do tempo que, mesmo com mais de 18 milhões de bitcoins já minerados no início de 2020, o que representa mais de 85% do total, sua estabilidade só deve ocorrer em 2140.

7. Chaves públicas e privadas e a perda de bitcoins

A transação de bitcoin envolve duas chaves, uma pública e outra privada. A chave privada pode ser vista como a identidade secreta do usuário que possui a moeda digital. Como esse conjunto de números e letras é a identificação do usuário para sua carteira, caso o proprietário perca essa chave, ele não poderá acessar seus próprios ativos.

Se você acha que é improvável que isso aconteça, saiba que é muito mais comum do que imagina.

Há histórias dos sortudos que encontraram chaves em pen drives, por exemplo. Mas eles são poucos em comparação com as perdas que já foram causadas. Estima-se que mais de 20% de todos os bitcoins foram esquecidos por seus proprietários.

8. Gastos com energia para mineração

Como as transações de bitcoin exigem muitos cálculos e a oferta de bitcoin minerado está diminuindo, o gasto de eletricidade para manter o sistema deve ser muito alto.

Existem muitas variáveis para determinar quanta energia é gasta para obter novos bitcoins, como o consumo de cada hardware, a oferta de bitcoins e o número de mineradores. O último altera o consumo de energia porque o algoritmo foi criado para gerar novas criptomoedas por um determinado período de tempo. Com mais mineradores, os cálculos são ajustados para um nível mais alto de dificuldade, o que requer maior esforço computacional.

As estimativas são incertas, mas apontam que esse gasto de energia atinge 1% do consumo global, de acordo com o Comitê de Energia e Recursos Naturais do Senado dos EUA, em 2018. Outro estudo, da Universidade de Cambridge, diz que o bitcoin consome mais energia do que países como a Suíça, República Tcheca, Áustria e Colômbia.

Bitcoin apresenta uma série de histórias um tanto incomuns. Valores milionários (a preços atuais) usados para comprar produtos comuns, como pizza, perdas de valores gigantescos esquecidos nos HDs e um alto consumo de energia para a manutenção do mercado são mostrados como alguns dos casos mais curiosos do universo de criptomoedas.

Nesse artigo, tratamos de 8 curiosidades sobre bitcoin. E você, conhece mais alguma que seja interessante de compartilhar? Escreva nos comentários!